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A pesquisa de preços vira os documentos da contratação.

DFD, Estudo Técnico Preliminar e Termo de Referência gerados a partir do processo que você já montou — para revisar, aprovar e exportar em .docx.

O que sai

Três documentos, na ordem certa.

A fase preparatória tem uma sequência, e ela não é decorativa: o Estudo Técnico Preliminar parte do DFD, e o Termo de Referência parte do ETP. O sistema gera os três de uma vez, nessa ordem, aproveitando o que já foi escrito no documento anterior.

  • DFDDocumento de Formalização da Demanda

    Abre a fase preparatória: registra o que o setor requisitante precisa, por quê, e em que quantidade. É dele que os outros dois partem.

  • ETPEstudo Técnico Preliminar

    Demonstra a necessidade e avalia a solução: requisitos, levantamento de mercado, estimativa de quantidades e de valor, parcelamento e resultados esperados.

  • TRTermo de Referência

    Descreve o objeto para o mercado: especificações, modelo de execução, obrigações e a estimativa que fundamenta a contratação.

Painel do processo no AnalisePreços: DFD com 100% de preenchimento e situação Aprovado, ETP com 69% e TR com 76%, ambos em revisão, cada um com o número de pendências
Os três documentos do mesmo processo, com o quanto já está preenchido e quantas pendências ficaram.

O que cada um precisa conter, e por que a ordem importa, está no guia Termo de referência na Lei 14.133.

O caminho

Do processo pronto ao .docx assinado.

Nada começa do zero. Os documentos nascem de uma pesquisa que você já fez — e é por isso que o valor estimado neles é exatamente o do seu relatório, não um número novo.

  1. Parta de uma pesquisa que já existe

    O processo nasce de uma Lista de Cotação ou de um lote concluído da Busca Automatizada — não de uma folha em branco. Os itens entram fotografados, com a média e a mediana que já foram calculadas.

  2. Responda ao que só você sabe

    Órgão, secretaria, responsável, número do processo e um questionário curto: para que serve a contratação e como as quantidades foram estimadas. É o que nenhuma máquina tem como adivinhar.

  3. Prepare os três de uma vez

    A geração roda em segundo plano. Feche a aba e vá cuidar de outra coisa: o aviso chega quando os três documentos estiverem prontos, com o quanto já está preenchido e o que ficou pendente.

  4. Revise seção por seção

    Cada seção tem um farol e diz de onde veio: escrita por você, gerada do modelo ou sugerida pela IA. Você edita, pede para melhorar, regenera ou restaura o modelo — e confirma o que estiver bom.

  5. Valide, aprove e exporte

    A validação lista, em português, o que ainda trava o processo. Aprovado, o documento congela e sai em .docx com o brasão do órgão. Antes disso, todo arquivo sai carimbado como minuta.

A divisão

A IA escreve o texto. Ela não escreve os números.

Os três documentos somam 42 seções. A inteligência artificial redige sete — as analíticas, aquelas em que é preciso argumentar. O resto sai de modelo e das tabelas do próprio processo.

O que ela redige

  • Justificativa da necessidade
  • Descrição da necessidade e da solução
  • Requisitos da contratação
  • Levantamento de mercado
  • Resultados pretendidos
  • Modelo de execução do objeto

O que ela não encosta

  • Calcular a média ou a mediana
  • Escrever as tabelas de itens e de valores
  • Decidir o valor estimado da contratação
  • Citar leis, artigos, decretos ou súmulas
  • Inventar quantidade, prazo, data ou nome
Seção de um ETP marcada como sugerida pela IA: depois do texto, quatro marcadores em vermelho indicando o que falta informar, e a barra de ações com Editar, Melhorar com IA, Regenerar, Restaurar modelo e Confirmar
Faltou informação? O texto sai com o vão sinalizado, e a seção não pode ser confirmada assim.

Todo valor que aparece nos documentos — unitário, total e estimado — sai da mesma pesquisa que gera o Relatório de Preço Médio: o processo fotografa a média e a mediana já calculadas e nunca as recalcula. O método está em Pesquisa de preços e o Tribunal de Contas.

O que impede o documento de sair errado.

Gerar texto é a parte fácil. O que decide se isso serve para um processo administrativo são as travas — e elas existem no produto, não no discurso.

  • Texto de IA nunca nasce aprovado

    Toda seção sugerida entra como “revisar” e só fica pronta quando alguém do órgão confirma. Não existe caminho em que um documento se aprove sozinho.

  • A IA marca o que falta em vez de inventar

    Quando falta informação, o texto sai com o vão sinalizado entre colchetes — e a seção não pode ser confirmada assim. É o oposto de preencher a lacuna com algo plausível.

  • O valor vem da pesquisa, não do texto

    Média e mediana são as mesmas que saem no Relatório de Preço Médio: o processo as fotografa e nunca recalcula. As tabelas de itens e valores são montadas pelo sistema, fora do alcance da IA.

  • Enquanto não for aprovado, é minuta

    O arquivo exportado sai carimbado “MINUTA — documento não aprovado”. Não há como confundir um rascunho com a versão que vai ao processo.

  • Conta que não fecha barra a aprovação

    Se o valor estimado divergir da soma dos itens, ou se um preço unitário sair da referência sem justificativa escrita, a validação acusa e o documento não é aprovado.

  • Quem escreveu fica registrado

    Cada seção mostra a origem do texto e, quando veio de IA, quem confirmou e quando. A exportação registra o responsável, a versão e a data.

Os documentos são uma minuta de trabalho, não um parecer. A plataforma não interpreta a legislação, não define o enquadramento do processo e não afirma a regularidade de nenhuma contratação — a revisão, a decisão e a assinatura continuam sendo do órgão e da sua assessoria.

Perguntas frequentes

  • A IA inventa dados quando falta informação?

    Não. Quando falta algo para escrever com segurança, o texto sai com o vão sinalizado entre colchetes — e a seção não pode ser confirmada assim. Os prompts do sistema proíbem explicitamente inventar quantidade, valor, prazo, data ou nome, e proíbem citar leis e artigos.

  • O valor estimado do documento é o mesmo do meu relatório?

    É o mesmo. O processo fotografa a média e a mediana que a sua pesquisa já calculou e nunca as recalcula — são os números do Relatório de Preço Médio. Se o valor estimado divergir da soma dos itens, a validação acusa e o documento não é aprovado.

    Como o cálculo é feito
  • Posso editar o texto antes de exportar?

    Sim, seção por seção, num editor na própria tela. Você pode reescrever à mão, pedir para a IA melhorar com uma orientação sua, regenerar ou restaurar o modelo original. Nenhuma seção sugerida por IA é dada como pronta antes de alguém do órgão confirmar.

  • Em que formato o documento sai?

    Em .docx, com o brasão do órgão no cabeçalho, as seções numeradas, as tabelas de itens e o bloco de assinaturas. Abre no Word, no LibreOffice e no Google Docs. Enquanto o documento não for aprovado, o arquivo sai carimbado como minuta.

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